Nossos índices de criminalidade estavam próximos das piores cidades do mundo quando o Governo Estadual resolveu entrar de cabeça para resolver o grande problema que já prejudicava as atividades econômicas do município do Rio. Um estudo da Fecomercio, feito em 2008, mostrava a enormidade da agressão ao comércio que redundava em queda de movimento de vendas, com a conseqüente redução no recolhimento de impostos.
Foi quando a Secretaria de Segurança a frente a este competente Delegado Federal, Dr. José Mariano Beltrame, figura impoluta e verdadeiro conhecedor de sua profissão, resolveu investir em tecnologia e na intervenção direta nas regiões, até então dominadas pelo crime. Criou as UPPs, pequenas unidades pacificadoras, composta de policias recém incorporados à PM e com uma formação mais humanista e cidadã, fazendo a integração comunidade-polícia. Ao lado da ocupação pacífica dos militares, chegava a complementação do trabalho do Estado nas áreas de saúde e educação.
Uma população carente e acuada pela bandidagem passou a receber assistência social, médica e educacional. A PM, dentro da sua missão de polícia preventiva passou a resolver pequenos problemas domésticos e de vizinhança, encaminhando às autoridades competentes aqueles que fugiam de sua alçada. O Estado se fez presente e expulsou o meliante que tanto explorava o trabalhador honesto residente nestes locais. Simultaneamente a Secretaria de Segurança passou a investir na tecnologia e no aprimoramento do material humano, buscando a assessoria de firmas e técnicos de outros países: Rússia, Israel e Estados Unidos. Estas parcerias trouxeram para o Brasil o computador de mão: o policial na rua consegue em tempo real, informações sobre elementos suspeitos e veículos roubados ou em situação irregular. Está em teste um centro móvel de imagens com uma câmera israelense, que consegue captar imagens, a quilômetros de distância e transmiti-las à sala de monitoramento dos batalhões da PM. Aparelhos dotados de laser podem determinar trajetória de balas e localização dos atiradores.
Os policiais civis e militares que estão sendo admitidos já vêm preparados para utilização de moderna tecnologia. Recentemente um policial carioca foi o primeiro colocado em um curso da SWAT e agora ele está incorporado ao CORE. Nos próximos meses vamos ter mais novidades, uma vez que os técnicos da policia estão em freqüentes contatos com engenheiros israelenses para a importação de métodos avançados de localização do criminoso e sua busca e prisão. Uma luz no fim do túnel.
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